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As principais informações e novidades do coop em Rondônia e no mundo!
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NOTÍCIAS
07/10/2026
Sistema OCB/RO realiza visita técnica ao Sistema Ocemg para conhecer boas práticas de gestão e desenvolvimento de cooperativas
Agenda em Minas Gerais promove troca de experiências sobre BI, monitoramento, formação profissional e promoção social O Sistema OCB/RO realizou uma visita técnica ao Sistema Ocemg, em Minas Gerais, com o objetivo de conhecer práticas, processos, ferramentas e metodologias voltadas ao fortalecimento da gestão e ao desenvolvimento das cooperativas. A agenda proporcionou momentos de aprendizado e troca de experiências entre as equipes, permitindo ao Sistema OCB/RO conhecer de perto iniciativas desenvolvidas pelo Sistema Ocemg em diferentes áreas de atuação e identificar possibilidades que possam contribuir para o aprimoramento dos serviços oferecidos às cooperativas de Rondônia. Entre os temas abordados esteve a utilização de Business Intelligence (BI) para acompanhamento, organização e análise de dados. A ferramenta permite transformar informações em indicadores que apoiam o monitoramento dos resultados e contribuem para uma atuação cada vez mais orientada por evidências. A equipe da Unidade de Gestão e Desenvolvimento de Cooperativas (UGDC) também conheceu experiências relacionadas às áreas de Monitoramento, Formação Profissional e Promoção Social, ampliando a visão sobre processos e metodologias utilizados no atendimento e no acompanhamento das cooperativas. Mais do que conhecer novas ferramentas, a visita técnica possibilitou uma importante troca de conhecimentos sobre diferentes formas de organizar processos, utilizar informações e acompanhar resultados. A partir das experiências apresentadas, a equipe do Sistema OCB/RO pôde identificar práticas que poderão ser analisadas e, quando aplicáveis, adaptadas à realidade de Rondônia. A proposta é fortalecer a cultura de dados, aprimorar a organização das informações e ampliar o uso de evidências como apoio ao planejamento e à tomada de decisão. Representaram o Sistema OCB/RO na agenda Ana Marita, Coordenadora da UGDC; Eliasafe Mariobo, Analista de Formação Profissional; e João Lucas, Assistente Administrativo. A visita reforça a importância da integração entre as unidades estaduais do Sistema OCB e da construção conjunta de conhecimentos. Ao conhecer experiências, compartilhar desafios e observar diferentes soluções, as equipes ampliam seu repertório e encontram novas possibilidades para aperfeiçoar processos e serviços.
NOTÍCIAS
05/10/2026
Missão técnica no Rio Grande do Sul apresentou alternativas para o desenvolvimento das cooperativas de Rondônia
Agenda reuniu visitas a organizações gaúchas para conhecer práticas de gestão, governança, produção e comercialização que possam ser adaptadas à realidade rondoniense
Como ganhar escala, incorporar tecnologia e organizar a produção para chegar ao mercado, foram questões discutidas por representantes das cooperativas Cooperlat e Amazon Milk durante uma missão técnica no Rio Grande do Sul. Realizada em parceria pelo Sistema OCB/RO, Sebrae/RO e Rioterra, a agenda colocou a comitiva rondoniense em contato com experiências de gestão e produção que ofereceram referências para o desenvolvimento das cooperativas do estado.
Pelo Sistema OCB/RO, participaram o superintendente Uiliame Ramos, a gerente de Gestão e Desenvolvimento de Cooperativas, Ana de Souza, e o analista Jorge Gil. Nas visitas, produtores e dirigentes dialogaram com lideranças das organizações e conheceram, de perto, diferentes estratégias para estruturar os negócios, fortalecer a participação dos cooperados e integrar a produção à comercialização.
A programação começou na Sicredi Pioneira, em Nova Petrópolis, onde o grupo foi recebido pela vice-presidente Heloísa Helena Lopes. Fundada em 1902, a cooperativa apresentou sua trajetória, a estrutura de governança e as iniciativas de relacionamento com associados e comunidades. O grupo também conheceu as estratégias de atuação da instituição junto aos associados e às comunidades.
Em Feliz, o foco se voltou à articulação entre produtores e mercado. A comitiva conheceu uma experiência empresarial na cadeia de frutas, com destaque para os morangos, em que a empresa fornecia insumos e estrutura aos produtores e recebia a produção para comercialização. O modelo permitiu discutir a padronização dos produtos, a organização do fornecimento e a integração entre produção e comercialização.
Na Cooperativa Santa Clara, em Carlos Barbosa, a história iniciada em 1911 por 17 agricultores deu contexto à discussão sobre crescimento e diversificação. Recebido pelo presidente da organização, o grupo conheceu a estrutura de governança e os negócios da cooperativa, que reunia quase 5 mil famílias associadas. Além dos laticínios, foram apresentadas atividades ligadas à produção de suínos, às fábricas de rações e às unidades comerciais.
Na Dália Alimentos, fundada em 1947, o destaque foi a organização coletiva da produção nas cadeias de leite, suínos e aves. A comitiva conheceu o modelo de condomínios produtivos, apresentado como uma resposta a desafios de escala, mão de obra, tecnologia e eficiência nas propriedades. O compartilhamento de estruturas foi um dos caminhos apresentados para ampliar a capacidade produtiva e otimizar recursos.
Embora a agenda tenha reunido organizações de diferentes setores, as visitas convergiram em questões comuns às cooperativas: como tomar decisões, organizar os produtores, estruturar a operação e comercializar a produção. O contato direto com essas experiências permitiu aos participantes comparar caminhos e discutir quais práticas poderiam ser adaptadas às condições de Rondônia. A missão terminou com referências para o trabalho das cooperativas rondonienses, especialmente na cadeia do leite. As experiências conhecidas ofereceram subsídios para avaliar alternativas de gestão, organização produtiva e acesso a mercados, considerando a estrutura das cooperativas e as necessidades de seus produtores.
NOTÍCIAS
28/09/2026
Pesquisa mostra avanço da imagem e do conhecimento sobre o coop
Levantamento revela percepção de um modelo atual e influência da origem escolhas de consumo
O cooperativismo está cada vez mais presente no imaginário dos brasileiros. A terceira edição da Pesquisa de Imagem do Cooperativismo, realizada em 2026, mostra um avanço consistente no conhecimento sobre o modelo e revela que atributos como colaboração, prosperidade para a comunidade e distribuição de renda estão fortemente associados às cooperativas. O estudo também aponta que saber que um produto ou serviço tem origem cooperativa pode influenciar a escolha do consumidor.
Realizada entre 29 de julho e 19 de agosto, a pesquisa ouviu 5.955 pessoas de todas as regiões do país. O levantamento dá continuidade às edições de 2018 e 2023 e permite acompanhar a evolução da percepção e conhecimento da sociedade sobre o cooperativismo. Nesta edição, o estudo também aprofundou a análise dos atributos associados ao modelo e da influência da origem cooperativa sobre as decisões de compra.
Um dos resultados de maior destaque está na lembrança espontânea das cooperativas. Em 2018, 29% dos entrevistados conseguiam citar, de memória, o nome de uma cooperativa. O percentual chegou a 55% em 2023 e alcançou pelo menos 67% em 2026, um aumento de mais de 200% em oito anos. Os dados evidenciam uma trajetória contínua de ampliação da presença das cooperativas no repertório da população.
Entre as marcas mais lembradas espontaneamente aparecem Sicredi, Sicoob, Unimed, Coamo, Aurora, Unicred e Cresol. Sicredi e Sicoob, juntas, representam 54% das menções reconhecidas, percentual que era de 16,2% em 2018 e 31,7% em 2023.
Conexão com a sociedade
A pesquisa também revela como os brasileiros enxergam o cooperativismo. Para 81,6% dos entrevistados, o conceito está relacionado a características contemporâneas: 44,3% o classificam como atual, 20,8% como moderno e 16,5% como inovador.
Ao comparar cooperativas, empresas privadas, associações e startups, o levantamento identifica territórios de imagem próprios de cada modelo. As cooperativas se destacam especialmente em atributos ligados à sua identidade e ao impacto gerado nas comunidades.
Entre os atributos em que o cooperativismo apresenta o maior percentual estão colaboração e união de membros (33%), capacidade de gerar prosperidade para a comunidade (21,2%), distribuição de renda (19,9%), preço justo (12%), sustentabilidade (10,8%) e responsabilidade ambiental (8,1%).
A percepção reforça o modelo está conectado à atuação coletiva e ao desenvolvimento dos territórios. Responsabilidade comunitária, geração de trabalho e renda e responsabilidade social também aparecem entre os atributos mais associados às cooperativas pelos entrevistados.
Para a superintendente do Sistema OCB, Fabíola Nader Motta, os resultados demonstram que características centrais do modelo são percebidas pela sociedade. “A colaboração, a geração de prosperidade para as comunidades e a distribuição de renda traduzem um modelo que combina atividade econômica, participação das pessoas e desenvolvimento local. Ao mesmo tempo, a pesquisa nos ajuda a identificar onde temos espaço para avançar na comunicação sobre a capacidade das cooperativas de inovar, competir e gerar valor”, afirma.
Oportunidades
Para reunir diferentes dimensões da familiaridade da população com o modelo, a pesquisa apresenta um Índice de Conhecimento Efetivo, que chegou a 51,4%. O indicador combina quatro medidas: o quanto a pessoa declara conhecer o cooperativismo, sua capacidade de diferenciar cooperativas de outros modelos, a identificação da definição correta e o reconhecimento de cooperativas reais.
O levantamento também mostra diferenças importantes entre os públicos. A renda é o fator que mais separa os níveis de conhecimento: o índice varia 14,7 pontos percentuais entre as classes A e E. A diferença entre a faixa etária mais velha e a mais jovem é de 9,8 pontos, enquanto entre regiões chega a 5,6 pontos.
A gerente de Comunicação e Marketing do Sistema OCB, Samara Araujo, considera que esses recortes oferecem subsídios para direcionar as estratégias de comunicação e ampliar o entendimento sobre o cooperativismo entre diferentes segmentos da sociedade. “A pesquisa nos permite enxergar com mais clareza onde estão as oportunidades de aproximação com cada público. Conhecer essas diferenças é fundamental para construirmos uma comunicação mais assertiva, capaz de traduzir o cooperativismo para diferentes realidades e ampliar a identificação das pessoas com o modelo”.
Decisão de compra
Outro resultado relevante está na relação entre cooperativismo e consumo. Ao serem perguntados se ter conhecimento de que um produto ou serviço tem origem em uma cooperativa alteraria sua intenção de compra, 26,5% responderam “sim” e 34,2% “talvez”. Juntos, os dois grupos representam 60,7% dos entrevistados. Entre aqueles que afirmaram que a origem cooperativa alteraria sua intenção, 97,8% disseram que comprariam daquela cooperativa. O efeito aparece com maior intensidade em alimentos, citado por 59,4%, e saúde, com 41,5%.
Ao mesmo tempo, qualidade e preço são os fatores mais considerados nas escolhas de consumo. Essas características foram mencionadas por 60,5% e 53% dos participantes, respectivamente. Entre os atributos relacionados à conduta das organizações aparecem transparência (20,8%), sustentabilidade (18,7%), responsabilidade social (16,4%), responsabilidade comunitária (14,1%), proteção ambiental (13,1%) e produção ética (12%).
“Esse dado traz uma mensagem importante: existe abertura do consumidor para valorizar a origem cooperativa, especialmente quando ela está acompanhada de qualidade e competitividade. Temos uma oportunidade de tornar mais visível o que existe por trás de cada produto e serviço de uma cooperativa: pessoas que participam do negócio, resultados que circulam nas comunidades e uma forma coletiva de gerar prosperidade”, destaca Fabíola.
Reconhecimento do SomosCoop
A pesquisa também mediu o reconhecimento da marca SomosCoop. Em 2026, 26,4% dos entrevistados afirmaram conhecer, já ter tido contato ou ouvido falar da marca, o equivalente a aproximadamente uma em cada quatro pessoas pesquisadas. O resultado ganha um recorte particular entre os mais jovens. Na faixa de 18 a 30 anos, 36,1% conhecem o SomosCoop, enquanto entre pessoas com mais de 51 anos o percentual é de 20,8%. O Sistema OCB, por sua vez, registra reconhecimento de 21,6% na pesquisa.
Na avaliação de Samara Araujo, os resultados também oferecem referências importantes para as próximas estratégias de posicionamento e comunicação do movimento. “A pesquisa mostra que estamos ampliando a presença do cooperativismo no repertório dos brasileiros e, ao mesmo tempo, nos permite entender melhor como cada público se relaciona com essa identidade. O alcance do SomosCoop entre os mais jovens é especialmente relevante porque demonstra uma conexão com uma geração estratégica para o futuro do movimento. Nosso trabalho agora é fortalecer essa identificação e traduzir, de forma cada vez mais simples e próxima, o valor que as cooperativas geram para as pessoas e para o país”, afirma.
Ainda segundo a gerente, os resultados da terceira edição ajudam a dimensionar os avanços obtidos desde 2018 e, ao mesmo tempo, indicam caminhos para ampliar a presença do cooperativismo na sociedade. A combinação entre crescimento da lembrança espontânea, percepção de contemporaneidade e potencial de influência nas escolhas de consumo reforça a importância de aproximar cada vez mais a identidade cooperativista do cotidiano dos brasileiros.
“A pesquisa oferece um retrato muito valioso sobre como o brasileiro enxerga o cooperativismo hoje. Avançamos em conhecimento e reconhecimento, e os dados também mostram onde podemos chegar. Nosso desafio é fazer com que cada vez mais pessoas compreendam o impacto econômico e social das cooperativas e reconheçam o cooperativismo como uma escolha atual, competitiva e capaz de transformar realidades”, conclui Samara.
NOTÍCIAS
22/09/2026
Programa Desenvolvimento dos Ramos avança com entregas parciais às cooperativas de Rondônia
Iniciativa do Sistema OCB/RO integra ciclo anual de acompanhamento e apoia cooperativas no aprimoramento da gestão e na implementação de estratégias voltadas à melhoria contínua
Entre os dias 8 e 18 de setembro de 2026, o Sistema OCB/RO realizou mais uma etapa de acompanhamento do Programa Desenvolvimento dos Ramos, iniciativa que contempla um ciclo anual de trabalho junto às cooperativas participantes. Neste período, foram apresentadas entregas parciais previstas no planejamento do ciclo, permitindo acompanhar a evolução das ações e os resultados alcançados até o momento.
O programa tem como objetivo contribuir para o desenvolvimento da gestão organizacional e dos negócios das cooperativas, considerando suas características, necessidades e desafios. Por meio de acompanhamento especializado, são disponibilizadas ferramentas, estratégias e orientações que apoiam o aprimoramento dos processos, a estruturação da gestão e a busca por resultados sustentáveis.
Participam deste ciclo as cooperativas Sicoob Central Norte, Sicoob Credjurd, Sicoob Amazônia, Credisis Sudoeste, Credisis Credibras, Unimed Centro Rondônia, Unimed Vilhena, Sicoob Credisul e Sicoob Fronteiras.
As atividades são conduzidas pela Mega Quality, por meio do consultor Tiago Felix dos Santos Porfirio, Gestor de Projetos, responsável pelo acompanhamento técnico e pelo desenvolvimento das ações junto às cooperativas participantes ao longo do ciclo.
A apresentação dos resultados parciais possibilitou às cooperativas acompanhar a evolução dos trabalhos, analisar os resultados obtidos e identificar oportunidades de aprimoramento em seus processos de gestão e negócios. A iniciativa também permite realizar os ajustes necessários ao longo do ciclo, de acordo com as necessidades identificadas durante o acompanhamento.
Por se tratar de um ciclo anual, as atividades seguem em desenvolvimento junto às cooperativas participantes. Ao final do ciclo, serão consolidadas e entregues as documentações e os demais produtos previstos, reunindo os resultados e os encaminhamentos construídos ao longo do trabalho.
A metodologia do Programa Desenvolvimento dos Ramos considera as particularidades de cada cooperativa, permitindo uma atuação estruturada, direcionada e contínua. Dessa forma, o acompanhamento busca apoiar as organizações na identificação de oportunidades, na construção de soluções e no aperfeiçoamento de práticas relacionadas à gestão e aos negócios.
Para o Sistema OCB/RO, o programa representa uma importante iniciativa de apoio ao desenvolvimento das cooperativas, alinhada à sua atuação de promover, integrar e fortalecer o cooperativismo em Rondônia. A partir de ações de desenvolvimento, acompanhamento técnico e oferta de soluções, o Sistema busca contribuir para o fortalecimento da gestão, o aprimoramento dos negócios e a geração de resultados que favoreçam a sustentabilidade das cooperativas.